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A Sintaliga
"Mais uma vez a família da Sintaliga fica orgulhosa pela filha e pelos frutos. Parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!" Antonia e Francisco- Fevereiro 2010 – Clique Aqui! Para ver outros depoimentos


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Mulheres com M Maiúsculo - Agosto

A partir do mês de Agosto conhecerecemos a cada mês uma Mulher com M Maiúsculo, ou seja, conheceremos uma Mulher admirável que nos faz sentir muito orgulho em sermos Mulheres.

O tema escolhido desse mês é Empreendedorismo e a convidada é Carolina Ribeiro Torres.

Quem é a nossa Entrevistada?
Carolina Ribeiro Torres, 27 anos, solteira. Publicitária formada pela ESPM, pós-graduada em Gestão de Negócios pelo Ibmec, com especialização em Administração e Comunicação com Mercado na FGV e Design Gráfico na EPA. 9 anos de experiência em Marketing de Serviços B2B, em empresas como Telefônica, CIGNA Previdência e NExT Sistemas. Larga experiência em canais de distribuição e trademarketing. Criação de empresa própria especialista em vendas diretas; clientes atendidos: Banco Itaú Cartões, Embratel, ADT entre outros; 70 colaboradores diretos em menos de 1 ano de existência. Site da VendeDOOR: www.vendedoor.com.br

1. Sintaliga:
Nesse mês de Agosto, a Sintaliga lança um espaço especialmente reservado para Entrevistas, chamado "Mulheres com M Maiúsculo", e você é a nossa primeira convidada. Como você se sente?
Carol Torres: Muito mais do que uma simples entrevista para um site, essa é a chance de fazer parte de um sonho que se concretiza a cada dia. Lembro-me muito bem quando a Tat - idealizadora da Sintaliga - falava sobre o desejo de criar um meio de discussão dos assuntos femininos. E me lembro também que sempre apoiei essa realização. Sendo assim, é com muito orgulho da minha grande "aMiga com M Maiúsculo" que respondo à essas perguntas.

2. Sintaliga: Você é uma Empreendedora. Desde quando se descobriu como tal? Como foi assumir essa vocação?
Carol Torres: Sempre fui uma pessoa apaixonada por ideais de criação e realização de grandes empreendimentos no mundo. Li mil e uma histórias de como negócios surgiram, cresceram, assim como, de ideais e sonhos que se tornaram realidade.
Meu pai abriu seu negócio próprio em 1996 (eu tinha 16 anos) e teve como inspiração o Bill Gates, dono da Microsoft. E, desde então, passei a observar a forma como as pessoas lidavam com sua carreira profissional e seus sonhos. Trabalhei com meu pai em sua empresa e tive outras experiências em multinacionais de pequeno e grande porte. E foi aí que descobri que o que queria mesmo era realizar algo GRANDE nesse mundo. Algo que fizesse a diferença para mim e para as pessoas ao meu redor. E pensei na seguinte frase: "Pense grande. Você já ouviu falar de Alexandre o Médio?"


3. No início onde você buscou apoio? Teve apoio de pessoas que nem imaginava? De quem?
Carol Torres: Quando a gente sabe que quer alguma coisa DE VERDADE, sabe também que irá realizar independente do que as pessoas acham. Mas é claro que fazer algo sabendo que tem o suporte da família e amigos é sempre o ideal.
Quando decidi pedir demissão da Telefônica - empresa na qual trabalhava - para abrir meu empreendimento, minha mãe levou um susto e me questionou muito sobre a decisão, que achava muito arriscada, ainda mais que eu estava muito bem profissionalmente naquele momento. Mas como "mãe é mãe", principalmente a "mãe psicóloga", ela foi uma das pessoas que mais me ajudou a me fortalecer e crescer nesse período. Além disso, meu amor e grande companheiro soube muito bem participar cumprindo papel de "pai duro" ou "ombro amigo" nas horas exatas que cada situação exigia, nas muitas noites de angústias, medos, contas a pagar, novos riscos, novos projetos e novos sonhos.
Em relação aos amigos foi e ainda é muito engraçado, pois alguns me olham com aquela cara "putz, como será que ela teve de coragem de fazer isso, eu hein!".


4. Geralmente as pessoas abrem seu negócio após uma certa idade e ainda você é muito jovem. Você acha que isso a ajudou ou atrapalhou? Por quê?

Carol Torres: Boa pergunta. Todo mundo se surpreende quando falo que abri minha empresa com 26 anos. Acredito que como tudo na vida tem seus prós e seus contras. Ser bastante jovem ajuda na hora da coragem de arriscar, pois ainda tenho a vida inteira pela frente para recuperar qualquer prejuízo ou decisão errada que tenha tomado. Além disso, a disposição para viver todo esse processo de criação inicial tem que ser bastante intensa, coisa que temos de sobra quando somos jovens.
Mas, ao mesmo tempo, a gente pode não ter tanta maturidade para lidar com os problemas, as incertezas e responsabilidades que um negócio próprio traz. Se bem que o máximo que irá acontecer nesse ponto, é o que ocorreu comigo: amadureci 9 anos nesses 9 meses. Hoje sou uma pessoa mais segura de minha força e capacidade. Aprendi a reagir aos problemas do dia-a-dia de forma mais racional e prática, sem grandes sofrimentos. A frase que resume essa minha experiência é "Hay que endurecer sin, pero sin perder la ternuara jamás!"


5. Se você pudesse voltar no tempo, o que mudaria nesse processo de transformação?
Carol Torres: Uma das características de um empreendedor é a impulsividade, vontade de realizar e ver os objetivos acontecerem. Acredito que essa seria a única coisa que mudaria um pouco, tentar reduzir a carga de ansiedade que me cercou e às vezes ainda me segue no dia-a-dia.

6. Agora você pode fazer uma 'Propaganda' do seu Negócio. Nos explique um pouco melhor o que você faz.
Carol Torres: A VendeDOOR foi criada por mim e por 2 outros sócios, atuantes na área de Vendas Diretas, com o objetivo de oferecer a seus clientes a operacionalização de um canal de vendas diferenciado, focado no contato pessoal com o público-alvo, através da abordagem Porta a Porta.
Nossos principais serviços oferecidos:
- Montagem de equipes de vendas diretas / Porta a Porta;
- Vendas por telemarketing;
- Venda dentro de empresas, através de parcerias com RHs, grêmios etc;
- Serviços de consultoria em canal de venda / distribuição / trademarketing.
Clientes atendidos:
- Banco Itaú (venda de cartões de crédito Itaucard Visa e Mastercard);
- Embratel PME (venda de telefonia fixa, banda larga e planos DDD para pequenas empresas);
- Embratel Residencial (venda de telefonia fixa para clientes pessoa física);
- E teremos novidades em breve nesse item "clientes", aguardem...!
Contato:
(11) 3816-0808

www.vendedoor.com.br
carolina@vendedoor.com.br


7. Sintaliga: Quais Dicas você pode dar para Mulheres Empreendedoras que estão começando seu negócio próprio?
Carol Torres:
Primeira coisa: nós somos tão competentes quanto os homens! Eu tenho dois sócios homens e posso falar que realmente "as mulheres são de Vênus e os homens são de Marte". E admito que tivemos um período de "adaptação" de uns 3 meses para nos entendermos 100%. Hoje nos entendemos muito bem. Também esse mundo de negócios ainda é muito machista e os homens ainda são maioria, o que posso acrescentar é não ter medo ou se sentir um peixinho fora d'água em uma reunião importante em que você é a única mulher. Pelo contrário, tenha orgulho disso e vá em frente, porque atrás vêm mais mulheres!
Outra dica é em relação ao planejamento financeiro: muito cuidado! Qualquer negócio, QUALQUER NEGÓCIO MESMO... leva um tempo apara amadurecer e se tornar "azul". Ou seja, reserve um dinheiro razoável para pelo menos 1 ano sem retirada de lucro / pró-labore. E essa reserva deve ser além do cálculo de investimento inicial de seu empreendimento. Esse ponto é importantíssimo, pois sempre que abrimos um negócio, acreditamos tanto nele (lógico, é por isso que estamos abrindo mão de tudo!), que acabamos sendo otimistas demais no planejamento financeiro. Seja realista e desenhe vários cenários.


Carol Torres, muito obrigada pela entrevista!
A Sintaliga e as Atuais e Futuras Empreendedoras agradecem!!!

Observação:
Se você quiser sugerir uma Mulher com M Maiúsculo para ser entrevistada pela Sintaliga envie um e-mail para sintaliga@sintaliga.com.br com o nome, e-mail e telefone dela e a sua justificativa. Obrigada!

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Estatísticas
No Brasil, em 1991, as mulheres com 8 anos ou mais de estudo correspondiam a 35,1% do total de mulheres na faixa etária de 15 a 49 anos (idade reprodutiva). Em 2004, esse percentual alcançou 58,5%. Fonte: IBGE

 

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