Leila: Bem, na época que jogavámos tradicional a numeração era apenas de 1 a 10 (eram 2 goleiras e 8 jogadoras de linha) então tínhamos que escolher do 2 ao 9... mas as titulares do time já tinham cada uma o seu número, quando eu era escalada para jogar ficava com o número que "sobrava". Quando (Graças a Deus) inventaram a categoria aspirantes, que era formada pelas novatas dos times pude escolher o meu número, não foi muito difícil escolher pois nessa época tinha uma admiração enorme por uma atleta... eu achava ela demais! Ela era esforçada nos treinos, jogava muito bem, engraçada, gente boa, muito legal com as novatas (eu) e enquanto a gente ficava de bobeira pelo clube antes do treino, eu via ela estudando para passar na USP.... Pois é Tat, VC era minha ídola!! rs Então escolhi o número 7 para jogar e esse número me acompanha até hoje como meu número da sorte em milhares de situações... inclusive casei no dia 07/07/07!!! Alinne: Nome da respondente: O meu número é 16. Sempre gostei e o considerei o meu "número da sorte", sem ter exatamente um porquê. Mas 16 é o numero que sempre escolho em todas as situações. Andreza Horacio: 91. Não tem nenhum motivo especifico. Camila Yamamoto: nº 58. Nada de especial nem superstição. Apenas simpatia pelo nº. Fabíola Mitie: O número da minha camisa é #00. Escolhi esse número pois é o começo de tudo. Você não é o melhor nem o pior do time pelo número da camisa. E o #00 para mim é a representação disso. Você é o que seu time é. Monique Marinho: 77. Quando pequena eu morava no 7º andar, e acabei pegando amor pelo número 7! Hehe...Bom, daí eu quis logo dois números 7! ehehe. Naíra Neotti: Não sou supersticiosa, sempre jogo com o que sobrar...mas se escolher gosto do 11, não sei bem porque. Nathália Miwa Itai: Meu número é 21, dia do meu aniversário. Tenho fixação por ele, desde sempre! Nathany P. Fioravante: Meu número é o 42. Não escolhi, ele que venho ao meu encontro, o número 42 me persegue, (rsrs) e não largo por mais nenhum número.
Leila: Costumo jogar de "meia" (meio de campo), aquela que ataca mas que tem que voltar correndo para fazer a defesa. Alinne: jogando como ataque, mas ultimamente tenho jogado como defesa. Andreza Horacio: Sou goleira. Camila Yamamoto: Defesa, mas comecei como atacante. Fabíola Mitie: Sou goleira. Monique Marinho: "Meio-de-campo"- Aquela posição que ajuda todo mundo... hehehe. Naíra Neotti: Goleira, até o ultimo fio de cabelo, nunca quis nem tentar jogar em outra posição, adoro o gol!! Nathália Miwa Itai: Sou defesa... Geralmente a última jogadora. Nathany P. Fioravante: Sou defesa.
Leila: Sim, já representei o Brasil na Argentina e no Canadá pela equipe Br Wizard's... em todos os campeonatos não tem como explicar o que é, estar representando o Brasil na quadra!! Vc olha pra nossa bandeira... e em seguida pensa: "Agora vcs vão ver!!" Nas duas vezes que fomos para a Argentina ficamos em vice, porém sem comentários para as falcatruas argentinas que ficamos conhecendo lá!! No Canadá, a história foi completamento diferente... pudemos jogar em rinks oficiais com toda uma estrutura profissional. Jogamos contra times do EUA, Canadá, Japão, França e conseguimos ficar em 3º lugar!!! Uma conquista inesquecível, realmente a realização de um grande sonho! Alinne: Nunca joguei representando o Brasil. Andreza Horacio: Sinceramente nunca tivemos incentivo do governo e nunca dependemos de patrocínio para competir fora do país. Por incrível que possa parecer, TODAS as vezes que disputamos campeonatos sulamenricanos na Argentina ou campeonatos mundiais no Canadá e EUA, os atletas pagaram as suas despesas. Passagem, hospedagem, uniforme e até taxa de participação do campeonato, tudo era por nossa conta. Por isso, o "peso" da camisa nunca foi tão importante. Queríamos vencer para nos superar, para provar que apesar das dificuldades e despesas, amamos o esporte. Conquistei dois vice-capeonatos e o título de melhor goleira na Argentina e o bronze em um capeonato mundial no Canadá. Camila Yamamoto: Sim, já representei meu país (não digo que tenha sido uma seleção), em 2005 (Sulamericano), vestindo a camisa verde-amerela na Argentina, mas não tenho boas recordações. O representante da nossa Confederação não nos apoiou em momento algum, e nem se deu ao trabalho de aparecer em nossos jogos. Pareceu que ele foi a turismo mesmo. Não sei se vale, mas em 2006 e julho de 2008, participei de um campeonato norte-americano. A equipe foi composta por brasileiras e canadenses, em 2006, e por brasileiras e americanas em 2008, mas ambas as vezes, representando uma esquipe brasileira. Na 1ª experiência, terminamos em 3º lugar. Na mais recente chegamos até às quartas de finais, que perdemos. A experiência de ir para América do Norte (Toronto-ON-CAN e San José-CA-USA) foi maravilhosa! Bem diferente da de 2005. Fabíola Mitie: Sim sim ... fui da seleção brasileira de hockey in line. Nossa ... usar a camisa e defender o Brasil é muita responsabilidade. Muita pressão e muito emocionante. Tive um orgulho e honra imensos. Não há descrição suficiente. Só jogando pra saber! Monique Marinho: Infelizmente nunca fui. O hóquei feminino já é pouco reconhecido, quando se fala em time do interior, a coisa triplica. Naíra Neotti: Ainda não tive esta oportunidade, mas deve ser uma delícia. Nathália Miwa Itai: Falar em seleção feminina é algo delicado. Os times femininos de Roller hockey nunca tiveram grande incentivo. Representei o país em três oportunidades: sulamericano em 2002, Narch 2006 e Narch 2008. Observando que a Narch (North American Roller Hockey Championship) não é um campeonato de seleções e sim de times. Mas o nosso time, Br Wizards era o único time de raízes Brasileiras nas duas ocasiões. Nathany P. Fioravante: Já sim. Nooossaaa muito bom representar o Brasil, foi uma sensação única, foi em um campeonato sulamericano e a gente foi vice campeã.