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"Conheci sites Modernos, troquei informações, contribui com novas dicas e trouxe mais amigas que assim como eu estão todas sintaligadas. Meus parabéns e um grande beijo para toda a equipe Sintaliga." Silvia Cristina Pliopas - Abril 2008 – Clique Aqui! Para ver outros depoimentos


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Mulheres com M Maiúsculo - Outubro

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Dizem que de criança e de louco todos temos um pouco.

Em minha opinião, uma característica que tanto as crianças quantos os loucos tem é a capacidade de sonhar, sonhar alto e mais do que isso, a capacidade de acreditar que esse sonho é possível.

Neste mês de outubro, vamos conhecer a Elisa Hiromi Matsubara Akissue, uma Mulher com M Maiúsculo que acabou de realizar um grande sonho: Saltar de Pára-quedas!

 


Andrea, Elisa e Valquíria
As corajosas Sintaligadas que saltaram de Pára-quedas
 
1. Em primeiro lugar vou ter que ser um pouco deselegante e fazer uma pergunta indiscreta, mas que faz todo sentido para a nossa entrevista. Quantos anos você tem?
Elisa: Tenho 58 anos de idade. Não tenho problemas nem constrangimentos em anunciá-los, muito pelo contrário, tenho orgulho de dizê-los, pois foram anos vividos com muita intensidade, muita curtição, sofrimentos sim, mas muitas emoções e muito amor.
 
2. Como surgiu esse sonho de saltar de pára-quedas? Quantos anos você tinha? Alguém te influenciou? Em caso positivo, poderia nos contar quem foi?
Elisa: Esse sonho de saltar de pára-quedas sempre o tive desde pequena. Acho que porque sempre tive sonhos de liberdade e associei a sensação do salto no ar, a isso.
 
3. Esse sonho era um sonho 'antigo'. Você achava que iria realizá-lo ou já tinha perdido as esperanças?
Elisa: Esse sonho, sempre o acalentei. Nunca corri atrás dele, mas nunca perdi as esperanças de realizá-lo. Deixei guardadinho em minha memória. Comentava de vez em quando ao surgirem assuntos relacionados a isso.
 
4. O que aconteceu que viabilizou a realização desse seu grande sonho?

Elisa: Almoçando um domingo desses na casa de meu filho e minha nora, eles comentaram que Tiago, meu filho, iria saltar de pára-quedas.
Isso despertou aquele sonho adormecido e vi a oportunidade finalmente de realizá-lo com meu filho. Porque não?

 
5. Com a oportunidade em suas mãos, quando e como você tomou a decisão que saltaria?

Elisa: Com a oportunidade nas mãos, refleti bastante nas reais condições físicas de que disponho, se queria mesmo com a idade não mais jovial, correr riscos de ter sequelas, de ter um mau súbito no momento do salto.
Como faço controle semestral com cardiologista, ginecologista, homeopata, e alguns especialistas mais e estou com os resultados de todos os exames que realizo sempre em condições normais, e como me sinto sempre bem no meu dia-a-dia, resolvi que não haveria problemas em partir para a realização de meu grande e antigo sonho, sem remorsos, sem receios, sem medo de ser feliz.

 
6. Em algum momento pensou em desistir?

Elisa: Depois de tomada a decisão já comecei a ser feliz. Nada mais me demoveria de realizá-lo. Foi uma semana de ansiedade, pois o tempo não andava muito propício. Chuvas, nuvens negras no céu. Eram os únicos obstáculos reais à realização de meu sonho, que poderiam deixá-lo para mais tarde. Mas tudo deu certo e conseguimos realizar nosso intento.

 
7. Seus familiares e amigos te apoiaram?
Elisa: Aos familiares, contei somente aos filhos, que como bons filhos desta mãe, me apoiaram incondicionalmente, conhecedores que eram deste meu sonho.
Aos que poderiam dar o contra, conscientemente não comuniquei.
Comentei com alguns amigos que me apoiaram também, embora alguns tenham feito recomendações quanto aos perigos que estava correndo devido à idade.
 
8. Como foram as suas sensações no dia do salto do momento em que você acordou até o momento em que você saltou?
Elisa: Mal consegui dormir na noite que antecedeu o salto.
O dia amanheceu encoberto e não sabíamos se existiam as condições para o salto, mas acordamos cedo e fomos. Estavamos bastante ansiosos e excitados! Ao chegar ao local, vimos que poderíamos realizá-lo e nunca foi tão fácil preencher os papéis, pagar, colocar os equipamentos e pronto.
Estavamos aptos para saltar!
Meu Deus!
Agora vai!
Vamos?
Lá estava o instrutor olhando para mim, dizendo vamos sua louca!
Entramos no aviãozinho, sentados no chão, atravessando as nuvens, subindo, subindo...
Que céu maravilhoso acima das nuvens!
Tudo muito azul e branco!
Tudo lindo, do jeito que eu imaginava sempre que seria meu vôo pelos ares, pelo céu. Meu vôo de liberdade!!!!!
 
9.Você poderia nos descrever como é saltar de pára-quedas? O que esse salto significou em sua vida?
Elisa: Chegou o momento que o instrutor disse: agora vamos.
Chegamos na borda do avião, com as portas abertas, aquele vento em nossos rostos, nossos corpos, nada abaixo de nós!
Quando soltamos nossos corpos no ar, com aquele vento todo contra nossos narizes, bocas, cabeças, braços, pernas, faltou ar em meus pulmões!
Senti um pouco de medo, mas logo ele se dissipou e curti aquilo que tanto queria fazer! Fiquei solta no ar, LIVRE, descendo como um pássaro!
Depois abriu-se o pára-quedas e descemos flutuando, passando por entre as nuvens, por sobre a natureza, as construções, as estradas!
Contato direto com tudo, sem nada entre a natureza e nós.
Essa sensação é maravilhosa! Um misto de prazer, poder!
Muito gratificante!
 
10.Você saltaria de novo?
Elisa: Talvez não salte novamente, porque quero guardar a emoção deste primeiro salto, que para mim significou a concretização de um sonho, que era apenas um sonho!
 
11.Você gostaria de falar alguma coisa que não foi perguntada? Sinta-se à vontade.
Elisa: Gostaria de acrescentar que nos dias depois do salto, fiquei em estado de graça! Muito mais que a emoção do salto em si, ficou para mim a gostosa sensação da realização de um sonho! Isso para mim é muito bom!!!
Não deixem escapar em suas vidas as oportunidades de realizações de seus sonhos!!!! Esta é a mensagem que deixo para quem me lê.
Obrigada pela oportunidade de falar-lhes.
 
Elisa, muito obrigada pela entrevista!
Continue assim corajosa, aproveitando a vida e realizando os seus sonhos. Parabéns!
Beijos e Obrigada
Tat Vegi
 
Observação: Se você quiser sugerir uma Mulher com M Maiúsculo para ser entrevistada pela Sintaliga envie um e-mail para sintaliga@sintaliga.com.br com o nome, e-mail e telefone dela e a sua justificativa. Obrigada!
 
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Em 2005 aconteceram 150.714 Divórcios concedidas em 1ª instância no Brasil. Desses 68% foram Consensuais. Dos Não Consensuais 51% foram requeridas pelas Mulheres. Fonte: IBGE

 

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